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Paciente com tumor vertebral é a primeira na América Latina a ser operada, em Curitiba, com a união de três equipamentos inovadores

Paciente com tumor vertebral é a primeira na América Latina a ser operada, em Curitiba, com a união de três equipamentos inovadores   Uma paciente de 60 anos foi a primeira operada no final do mês de abril, em Curitiba (PR) com a junção de três equipamentos inovadores na área médica. Apesar de serem usados isoladamente em alguns casos, só na capital paranaense, no Pilar Hospital, se tem essa tecnologia em conjunto para a utilização nos procedimentos cirúrgicos de alta complexidade, como é o caso das neurocirurgias, cirurgias oncológicas, gerais, entre outras. A paciente é a primeira na América Latina a poder contar com esses equipamentos atuando em conjunto: Brainlab Curve Image Guided Surgery, Zeiss Kinevo 900 e tomógrafo intraoperatório Airo, que auxiliam cirurgiões em procedimentos altamente precisos. Ela passou por uma cirurgia na coluna visando ao tratamento de um tumor que cresceu a partir de uma das raízes nervosas cervicais para dentro do canal medular, causando a compressão de sua medula espinhal. “Tratava-se de uma lesão extremamente vascularizada e essa paciente já tinha sido submetida, há um ano, a uma tentativa de intervenção cirúrgica, em outro serviço, para ressecar essa lesão. Infelizmente, durante aquela cirurgia, houve um sangramento muito profuso do tumor e não foi possível a solução completa, sendo feita uma ressecção parcial”, conta o neurocirurgião Dr. Luiz Roberto Aguiar. Após a primeira tentativa cirúrgica a paciente passou a apresentar déficit neurológico motor no braço direito. Durante o período de quase um ano apresentou exacerbação dos sintomas com piora da paralisia e dor. “Ela nos foi indicada, fizemos os exames necessários para diagnóstico e uma programação de operá-la com uma tecnologia que envolveu, em primeiro passo, a desvascularização completa do tumor por embolização pré-operatória dessa lesão, o que foi levado a efeito por uma técnica endovascular. Por acesso na artéria ilíaca foi colocado um micro cateter nos vasos que nutriam o tumor e realizada a embolização”, explica o cirurgião. Passado esse processo, a paciente foi levada para a sala de cirurgia e posicionada para ser operada. “Neste momento, começamos com o uso do recurso tecnológico mais atual, que é a tomografia intraoperatória”, conta o neurocirurgião Dr. Leo Ditzel Filho. “Assim, antes de começarmos a dissecar o tumor da paciente, fizemos a incisão de pele e colocamos um sistema de referência de navegação na sua vértebra. Com um giro de 180 graus, a mesa cirúrgica, construída de fibra de carbono, portanto transparente aos raios-X e comandada por controle remoto posiciona a paciente para aquisição das imagens no Tomógrafo Airo, que está instalado na sala de cirurgia. Trata-se de um tomógrafo de 32 canais, de alta resolução. Essa tomografia é adquirida em questão de segundos (30 a 40 segundos para fazer a imagem) e os dados são transferidos automaticamente para o sistema de navegação. Neste momento temos as imagens de ressonância magnética pré-operatórias da paciente e a imagem real, nesse momento da cirurgia”, completa. Segundo Dr. Aguiar, a grande dificuldade que se observava nesta situação é que nem sempre a imagem pré-operatória coincidia com a situação real do posicionamento da coluna da paciente na mesa cirúrgica, pois foi adquirida em posição diversa à que o paciente se encontra na sala de cirurgia.  O sistema computadorizado AIRO/CURVE, através de um software de inteligência artificial, ao capturar a imagem tomográfica com a paciente posicionada para a cirurgia faz uma fusão das imagens (uma vez que são da mesma paciente). Para isto utiliza um software que promove uma “deformação elástica” do exame pré-operatório. Como as vértebras são fixas, o que muda é a posição relativa entre elas. O sistema de navegação realinha as mesmas vértebras, na posição em que elas se encontram neste momento. “A diferença não é grande, explica o Dr. Aguiar, mas a precisão necessita ser absoluta, com uma possibilidade de erro menor que 1 milímetro.” Neste momento começa a cirurgia propriamente dita, com técnica de microcirurgia. O cirurgião, olhando através do microscópio o campo cirúrgico, enxerga uma imagem holográfica, tridimensional, que representa as estruturas relevantes que foram previamente definidas, como a medula espinhal, as raízes nervosas, os vasos e o próprio tumor. “Então, mesmo no meio de toda a fibrose cicatricial da cirurgia anterior e com toda dificuldade de visualização do tumor, que invadia e destruía parcialmente o tecido ósseo e envolvia a artéria vertebral, nós sabíamos exatamente onde estavam os limites superior, inferior, lateral e medial da lesão, e ainda, onde estavam a medula espinhal, os nervos e a artéria vertebral. O procedimento microcirúrgico de dissecção e ressecção do tumor, extremamente delicado, é auxiliado pela monitorização neurofisiológica, realizada por um médico especialista em neurofisiologia, que fica mapeando as funções neurológicas, motoras e sensitivas, enquanto o cirurgião trabalha.” lembra. “Graças a todos os recursos tecnológicos e ao trabalho interdisciplinar de uma equipe de 19 pessoas, muito bem treinadas, incluindo vários médicos, enfermeiros, técnicos e engenheiros médicos a recuperação da paciente se deu de maneira exemplar. Já durante a cirurgia observamos uma melhora nos potenciais motores no braço direito, que estavam alterados, e no pós-operatório imediato observamos excelente recuperação da função, que deverá voltar ao normal, e remissão completa da dor” salienta o Dr. Luiz Roberto Aguiar, que coordenou a equipe cirúrgica.  

21 de Maio MAIS

Tratamento inadequado do diabetes pode levar o paciente a ter neuropatia diabética

Tratamento inadequado do diabetes pode levar o paciente a ter neuropatia diabética            A neuropatia diabética é uma das complicações crônicas mais comuns de quem tem diabetes e é responsável por grande parte das amputações de membros dos pacientes nesta condição. A neurologista do Pilar Hospital, Claudia Panfílio, explica quais são os quatro tipos de neuropatia diabética e os riscos provocados pela doença. Ela é um comprometimento dos nervos por causa do diabetes. “O que mais vemos são nos nervos periféricos, então a pontinha dos dedos dos pés, das mãos, que são os que mais incomodam os pacientes de modo geral, mas existem outros tipos também, que pegam os nervos que comandam a pressão arterial, a frequência cardíaca, a digestão, então, temos vários tipos de neuropatia diabética”, explica a neurologista. Segundo a Dra, Claudia Panfílio, a hiperglicemia (glicose em dose mais elevada) ela entra dentro do nervo, causa uma alteração metabólica lá dentro, ele estufa, e esse nervo acaba degenerando. Essa é uma das teorias. Também tem outra teoria de que o próprio diabetes vai entupindo os vasinhos, bem microscópicos, por gordura, e a circulação até o nervo fica ruim e ele morre. O nervo morrendo ele não comanda também a dilatação, a contração dos vasos. Ou seja, são várias alterações que se apresentam no corpo do paciente, até uma situação autoimune também, mas elas ocorrem por causa do diabetes, da glicemia alta”, comenta. A neurologista explica que o diabetes é uma doença silenciosa, então, às vezes, a pessoa até sabe que tem, ou que está com a glicemia um pouco alta, mas não sentindo nada o paciente não se preocupa em tratar, em fazer a dieta. “Mas a doença vai avançando e depois de alguns anos de doença o paciente começa a ter um formigamento na ponta dos pés, dor, perda de sensibilidade, aí machuca o dedo e não percebe que machucou, e assim pode chegar até a uma amputação mesmo”, diz. De um modo geral, os sintomas começam por um formigamento, às vezes com a dor, outras vezes inicia com pontadas, na ponta dos dedos dos pés e vai subindo até as pernas, os dedos das mãos e vai subindo. “Alguns pacientes já começam o quadro clínico com uma paralisia do olho, por exemplo. A neuropatia, quando pega o terceiro nervo, que movimenta o globo ocular, geralmente é possível reverter em três a cinco meses a pessoa volta a movimentar os olhos. Mas não deixa de ser grave, pois na correlação com isso vão ocorrendo outras coisas, a pessoa vai perdendo a visão, o rim vai perdendo a função, tudo isso por causa do diabetes”, avalia. “Para chegar nesse ponto são vários anos em que a pessoa não se cuidou e não fez o tratamento adequado, por isso, é importante ter o acompanhamento médico, tomar os medicamentos de acordo com a prescrição, seguir uma dieta específica e praticar atividades físicas”, complementa a médica.

17 de Maio MAIS

Fisioterapia auxilia na reabilitação de pacientes recuperados de Covid-19

Fisioterapia auxilia na reabilitação de pacientes recuperados de Covid-19 O processo de reabilitação das funções respiratórias e motoras é fundamental para pacientes recuperados de Covid-19 que foram internados, mesmo que não tenham passado por uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Os problemas respiratórios decorrentes do novo coronavírus, somados a um considerável período em que o paciente fica acamado em um leito de hospital implicam na necessidade de fisioterapia. Conforme comenta a Emmanuelle Monteiro Groszewicz, coordenadora da equipe de fisioterapia do Pilar Hospital, entre as consequências mais recorrentes apresentadas pelos pacientes estão fraqueza muscular importante, perda de massa magra e dificuldade em realizar atividades básicas (como andar, por exemplo). “Tenho pacientes que apresentam dificuldade em caminhar, mesmo com pouco tempo de internamento, aproximadamente 10 dias. Houve o caso de um paciente que ficou entubado por 12 dias. Após ser extubado, ele não caminhava sozinho nos primeiros dias, só com ajuda. Além disso, perdeu cerca de 5 quilos”, relata a fisioterapeuta. “Quanto à perda de massa muscular, um paciente internado em um leito de hospital perde em média 300 gramas de massa magra por dia”, completa. Quando um paciente deixa a UTI, ele é encaminhado para um quarto de hospital e lá poderá recuperar um pouco do que os médicos chamam de AVD´s (atividades de vida diária). “São atividades simples como pentear o cabelo, ir ao banheiro, escovar os dentes. Mas há pacientes que nos primeiros dias não conseguem nem colocar o garfo na boca durante uma refeição”, relata Emmanuelle. “O tempo de reabilitação demora de acordo com o tempo de internamento e com as sequelas que ficaram. É bastante variável. O paciente volta para casa quando estiver hemodinamicamente estável”,explica. A fisioterapia é feita de forma associada entre a área pulmonar com a área motora. Em muitos casos entra em cena também o trabalho de fonoaudiólogos e nutricionistas para uma reabilitação global. Entre os exercícios mais básicos estão séries respiratórias, como puxar o ar pelo nariz bem profundamente e depois soltar pela boca. Ou então puxar o ar duas vezes de forma rápida e curta pelo nariz e soltar em seguida, entre outras variações. Atividades como essas são iniciados no hospital antes do paciente receber alta, e continuarão sendo executados quando ele estive em casa. Os exercícios citados anteriormente podem ser associados a outros. Dra. Emanuelle cita um exemplo. “O paciente segura um bastão com as mãos paralelas, levanta os braços e puxa o ar. Só vai soltar quando descer os braços. É um exercício muito bom para trabalhar a expansão da caixa torácica”. O Pilar Hospital conta com um ambulatório pós-Covid com uma equipe de 17 fisioterapeutas, composta por homens e mulheres, capacitados na parte respiratória, incluindo especialistas em UTI. Boa parte do trabalho é feito com pacientes internados. Após a alta hospitalar, o paciente pode continuar a fisioterapia em consultório do hospital, de acordo com a disponibilidade. Também há a possibilidade de fisioterapia a domicílio (home care presencial ou por videochamada), a depender da evolução do paciente.

17 de Maio MAIS

Com o início do outono, doenças e infecções respiratórias ocorrem com mais frequência

Com o início do outono, doenças e infecções respiratórias ocorrem com mais frequência Curitiba, março de 2021 – As alterações climáticas que acompanham a chegada de estações mais frias como o outono, iniciado em 20 de março, predispõem as pessoas a contrair diversas doenças e infecções respiratórias. Segundo o Dr. Ruy Fernando, cirurgião especialista em oncologia torácica do Pilar Hospital, a rinite alérgica, a asma e a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) são as mais frequentes no Brasil de uma forma geral. Nas estações frias, somam-se a essas doenças a incidência maior de infecções respiratórias (resfriado, gripe, pneumonia, sinusite), além de descompensação da rinite. Esse panorama varia de acordo com as regiões do Brasil, segundo aponta o médico. “A maior prevalência de doenças respiratórias se encontra no Sul, onde o inverno é mais rigoroso. Temperaturas mais baixas associadas com baixa umidade relativa do ar são consideradas fatores de risco para o funcionamento adequado do aparelho respiratório”, aponta. Para que as pessoas possam se prevenir, Dr. Ruy Fernando recomenda evitar ambientes fechados e sem circulação de ar, lavar as mãos, proteger a boca ao tossir, manter a hidratação e a alimentação saudável, vacinar-se anualmente contra a gripe, evitar acúmulo de poeira nos ambientes e não compartilhar objetos pessoais. Em meio à pandemia, é importante lembrar que doenças respiratórias comuns das estações frias podem ser confundidas com sintomas de coronavírus. “Os sintomas são muito semelhantes. Devido à pandemia, no início dos sintomas o ideal é manter o isolamento das outras pessoas que moram na mesma casa, procurar assistência médica para coleta do RT-PCR SARS-CoV-2 e seguir as orientações médicas”, afirma Dr. Ruy Fernando. Ainda em relação à Covid-19, o médico informa que, pela literatura médica, determinadas doenças respiratórias podem ser consideradas como fatores de risco para complicações pela Covid-19. Entre elas estão a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), asma grave (em pacientes que ingerem altas doses de corticoides inalatórios ou fazem uso continuo de corticoide sistêmico), fibrose pulmonar, bronquiectasias, doenças pulmonares intersticiais, fibrose cística e hipertensão arterial pulmonar. O Pilar Hospital conta com uma equipe completa de profissionais para atendimento de pacientes com doenças respiratórias, não somente da área clínica, mas também na enfermagem, psicologia, fonoaudiologia e fisioterapia. “Todos são muito competentes, não houve falta de mão de obra mesmo diante da epidemia”, afirma Dr. Ruy Fernando, que também comenta sobre a estrutura do setor. “Estamos alocados em uma acomodação impecável. Além disso, a instituição renovou muito seu parque tecnológico neste último ano, tanto cirúrgico como diagnóstico”.

17 de Maio MAIS
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