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Assessoria de Imprensa

28/10/2009

Planejamento e conscientização sobre riscos

 são essenciais em lavanderia hospitalar

Uma lavanderia hospitalar eficiente é essencial para que todo o hospital funcione de forma adequada, no que diz respeito ao controle de infecções, recuperação, segurança e conforto do paciente e ainda redução de custos operacionais. O Hospital Pilar possui uma lavanderia própria em frente à instituição. Em funcionamento há cerca de 10 anos, o local foi planejado e é coordenado até hoje por D. Odete Schruber.

De acordo com ela, há um cuidado constante para que o resultado seja de acordo com o esperado, porém, há uma preocupação ainda em manter a qualidade de vida no ambiente de trabalho. “Os funcionários utilizam todos os equipamentos de segurança necessários. Para evitar o calor excessivo, os motores das máquinas ficam na área externa da lavanderia. Outra característica é inclusive um diferencial da instituição. Nós temos duas caixas de água que absorvem, através de tubulação, os resíduos que desprendem das roupas enquanto elas estão nas secadoras, assim, o ar não fica carregado por estas partículas”, explica D. Odete.

A instituição possui em sua lavanderia equipamentos novos de alta tecnologia, que passam por manutenções preventivas frequentes e são renovados muito antes de se tornarem obsoletos. As máquinas são todas automatizadas, ou seja, o funcionamento e a dosagem de produtos químicos são feitos sem intervenção do funcionário, o que garante segurança para eles e redução de custos. “Pensamos sempre na segurança de quem está trabalhando. Por isso, além de utilizarmos aparelhos automáticos, promovemos treinamentos operacionais entre todos os funcionários, para que eles tenham consciência dos cuidados que devem ter no dia-a-dia”, afirma.

De acordo com a Dra. Carla Regina Martins, infectologista e coordenadora do SCIH (Serviço de Controle de Infecção Hospitalar), o controle de infecção orienta sobre a forma como a lavanderia deve estar estruturada, sendo que são várias as recomendações que devem ser seguidas. “Uma característica fundamental é que não haja contato entre as roupas limpas e as contaminadas. No Hospital Pilar a separação é feita através das barreiras das máquinas. Ou seja, a roupa já sai da máquina diretamente para a área limpa, sem entrar em contato com o espaço contaminado”, descreve a infectologista.

D. Odete com funcionárias em frente a um dos carros que transportam as roupas entre o Hospital e a lavanderia.

 

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